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quinta-feira, 21 de março de 2013

Elizabeth II reaparece em público para assinar tratado da Commonwealth


Da EFE – 11/03/2013

Após ter sido internada durante 24 horas no último dia 03/03 por causa de uma gastroenterite, a rainha Elizabeth II da Inglaterra reapareceu em público no dia 11, em Londres, durante a assinatura de um tratado da Commonwealth pela igualdade de direitos.
Em uma recepção na Marlborough House, situado a poucos metros do Palácio de Buckingham, a rainha rubricou um acordo pelo qual os 54 países da Commonwealth se comprometem a lutar contra qualquer forma de discriminação. "Nossos valores compartilhados de paz, democracia, desenvolvimento, justiça e direitos humanos significam que pomos especial ênfase em incluir todo o mundo em nossos objetivos, especialmente aqueles que são mais vulneráveis", afirmou a monarca.
O tratado, que se estende por cinco páginas, aborda temas como a liberdade de expressão, a separação de poderes, o desenvolvimento sustentável, a segurança, o acesso à saúde e à educação. O documento das nações da Commonwealth, que reúne quase 30% da população mundial, estabelece por escrito alguns direitos que até então não eram reconhecidos em alguns desses países.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Jornalista tailandês pega 11 anos por ofender monarquia


Da BBC Brasil - 23/01/2013

A Justiça tailandesa condenou no dia 23 de fevereiro o editor e ativista Somyot Prueksakasemsuk a 11 anos de prisão por publicar dois artigos críticos à monarquia do país, assinados sob o pseudônimo de Jit Polachant no jornal Voice of Taksin, em março de 2010, os quais inicialmente não causaram problemas para o autor.
O editor acabou sendo indiciado somente depois que promoveu publicamente um abaixo-assinado pedindo a reforma da lei que proíbe críticas à Família Real, em 2011, situação que levantou suspeita entre os apoiadores de Somyot. A sentença aplicada pela Primeira Corte Criminal de Bangcoc consiste em duas penas: uma por violação à lei de Lèse Majesté e outra por difamação.
A organização de direitos humanos Anistia Internacional definiu Somyot como um “prisioneiro de consciência” e classificou o episódio como uma violação legal do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, ratificado pela Tailândia em 1996.
O advogado de defesa Karom Polpornklang afirmou que vai entrar com recurso contra o veredito, mas reforçou que caso não seja vitorioso, seu cliente não pedirá por clemência ao Rei Bhumibol Adulyadej, que é o monarca há mais tempo no poder no mundo e é extremamente popular e querido entre seus súditos tailandeses.